4 vantagens de colocar o apoio informático em outsourcing

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4 vantagens de colocar o apoio informático em outsourcing

A transformação digital está em marcha e os gestores já perceberam que a competitividade não se compadece de quem não digitalizar os seus processos. Entre redes, hardware, servidores, aplicações de todos os tipos e técnicos especializados, a inovação tem de estar presente e ser permanente, já que é ela que garante a operacionalidade de funções importantes de negócio e permite, em muitos casos, gerar diferenciação estratégica no mercado competitivo.

A área de TI é estratégica e com os avanços da digitalização desempenha um papel cada vez mais ativo na definição dos objetivos de negócio. Podemos mesmo dizer que as TI são hoje um pilar indispensável para qualquer atividade.

Ao ter esta visão, qualquer gestor está no caminho certo. O problema é ser capaz de dar às TI o alento necessário para que estejam sempre a par da inovação. Nem todas as organizações possuem a liquidez financeira para estar constantemente a investir neste pilar para garantir que todos os recursos estão alinhados com as mais recentes tendências tecnológicas e técnicas.

É neste ponto que o Outsourcing de TI começa a surgir como uma opção para estas empresas, independentemente da sua dimensão ou setor de atividade. À primeira vista a transformação de CAPEX em OPEX é o maior atrativo para captar as atenções dos gestores, já que em vez de investimentos totais em ativos poderão planear uma evolução com base em custos operacionais ou de serviço, controlando estes montantes de forma alinhada com as necessidades, ou seja, seguindo um modelo de pagar por utilização.

As vantagens do modelo, já se sabe, são várias, com as financeiras à cabeça, e podem ter um impacto muito positivo na estratégia, principalmente se as atenções da gestão estiverem totalmente concentradas no crescimento do negócio.

Imagine os ganhos decorrentes de ter ao comando das TI as pessoas certas com as melhores competências técnicas do mercado. Já pensou nas vantagens?

 

1) Visão “de fora” da organização permite um olhar crítico menos comprometido e mais independente

Um parceiro de Outsourcing terá a capacidade de colocar em perspetiva a forma como os processos são realizados na empresa, identificando mais facilmente pontos de melhoria para os tornar mais eficientes. Da mesma forma a gestão poderá focar-se no que realmente importa e na melhoria dos processos de negócio.

 

2) Maior concentração na satisfação das necessidades do negócio e dos clientes

Com as TI entregues a um parceiro a concentração na evolução do negócio e nas necessidades dos clientes será a prioridade da gestão. Com a tranquilidade na gestão das TI assegurada por um parceiro, o CEO poderá inovar a estratégia de negócio e experimentar novos caminhos competitivos, mesmo que isso envolva arriscar. Os esforços da gestão em ganhar terreno no mercado concorrencial saem fortalecidos com um backoffice tecnológico disponível para dar respostas on time a novas necessidades do negócio.

 

3) Estrutura organizacional mais flexível e adaptada ao atual contexto de mudança constante

Um parceiro externo terá sempre uma equipa de profissionais de TI eficiente em várias áreas e com os conhecimentos e competências sempre atualizados. A falta de recursos especializados deixa por isso de ser uma “dor de cabeça” para a organização, que muitas vezes passa a contar com uma pool de recursos global. Da mesma forma, os custos com formações e reciclagens também desaparecem, porque o parceiro assegurará todas as skills necessárias para dar suporte técnico aos processos de negócio.

 

4) Modelo de riscos partilhados

A evolução do negócio pede agilidade às TI e flexibilidade na sua adaptação aos desafios colocados pelo mercado competitivo. Neste contexto de mudanças é preciso assumir e gerir os riscos, que neste caso são partilhados entre a gestão e o parceiro de outsourcing. Este parceiro terá sempre a sua equipa preparada para solucionar eventuais problemas, evitando custos ou situações de perda para o cliente. Nunca esquecer que para o modelo de riscos partilhado, o planeamento do contrato que liga ambas as partes deverá estar bem definido, assim como os SLAs envolvidos, devendo existir no cliente um recurso que assegure a ponte e a comunicação ininterrupta entre a gestão e o outsourcer ou prestador de serviços.

 

Departamentos de TI preparados para a transformação digital fazem toda a diferença na corrida competitiva que se trava nos mercados concorrenciais. Cabe aos CEO colocarem num dos pratos da balança as vantagens do Outsourcing e no outro todo o contexto interno que é necessário montar para ter as mesmas vantagens.

Ganhos de tempo, de eficiência e agilidade são facilmente contabilizados e decorrem de uma boa estratégia para implementação serviços. Os recursos certos no local certo e disponíveis para alavancar os processos competitivos farão a diferença em qualquer departamento de TI.

Preciso de ajuda com o levantamento de necessidades para o apoio informático em outsourcing? Podemos ajudá-lo.

 

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